Pesquisa Datafolha mostra que a presidente Dilma Rousseff é aprovada por 47% dos brasileiros, segundo reportagem de Fernando Rodrigues, publicada na edição deste domingo da Folha.
Com essa taxa de popularidade, Dilma iguala-se ao recorde registrado por Luiz Inácio Lula da Silva nesta mesma época no segundo mandato do antecessor da atual ocupante do Palácio do Planalto.
Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma é aprovada por 47% dos brasileiros, diz Datafolha
Ou seja, Dilma com seus 47% hoje se iguala tecnicamente com os 48% de Lula em 2007, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Lula teve 43% de aprovação no terceiro mês de seu primeiro mandato, em março de 2003. Depois, bateu um recorde de aprovação presidencial em início de governo, em março de 2007, atingindo a marca de 48%.
Segundo o Datafolha, Dilma supera em popularidade todos os antecessores de Lula, quando se considera esta fase inicial do mandato.
O instituto faz pesquisas nacionais desde 1990. Em junho daquele ano (a posse então era em março), Fernando Collor tinha 36% de aprovação. Itamar Franco, que assumiu depois do processo de impeachment de Collor, marcou 34% depois de três meses no cargo. Fernando Henrique Cardoso, eleito em 1994 e reeleito em 1998, teve aprovação no início de seus governos de 39% e 21%, respectivamente.
Na pesquisa divulgada hoje, o Datafolha registra 7% que consideram a gestão de Dilma "ruim" ou "péssima". Outros 34% a classificam como "regular". Há também 12% que não souberam opinar.
O instituto entrevistou 3.767 pessoas em 179 municípios nos dias 15 e 16 deste
domingo, 20 de março de 2011
ACORDO QUER FORTALECER LEI MARIA DA PENHA
Recentes decisões da Justiça têm criado obstáculos à aplicação da Lei Maria da Penha, abrindo caminho para que vítimas desistam de denúncias, agressores escapem da condenação e processos sejam anulados.
Segundo o Ministério Público Federal, a lei -batizada com o nome da biofarmacêutica Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica após duas tentativas de assassinato por parte do marido, em 1983- tem sido interpretada de forma equivocada, inviabilizando seu cumprimento.
Para reverter esse cenário, MPF e Executivo assinam nesta semana protocolo de cooperação para aperfeiçoar sua aplicação.
"Dados reunidos pela Secretaria de Políticas para as Mulheres e pelas promotorias públicas especializadas, mostram que não houve diminuição da violência contra a mulher após a Lei Maria da Penha. Ou seja, a ausência de punição tem estimulado a prática da violência", afirma Raquel Dodge, subprocuradora-geral da República.
Duas polêmicas foram analisadas no último ano pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), o que vem influenciando e prevalecendo nas decisões das cortes estaduais: 1) A necessidade de a vítima manifestar a vontade de processar o agressor e 2) A possibilidade de suspender o processo do agressor por um prazo, ao final do qual ele pode não ser condenado.
Há um terceiro ponto que prevalece nas decisões: a necessidade de a vítima confirmar a vontade de processar o agressor na frente do juiz.
MPF, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e Advocacia-Geral da União defendem que a lei diz exatamente o contrário do que está expresso nesses três pontos seguidos país afora. Sustentam que as agressões devem ser alvo de processos independentemente da vontade da vítima e que é desnecessário que ela confirme a representação na frente do juiz.
Feministas, governo e MPF criticam ainda as suspensões de processo quando o agressor cumpre determinadas condições. Dizem que o benefício é vedado pela lei. O STJ e a maioria dos promotores defendem a medida como solução de conflitos.
Segundo o Ministério Público Federal, a lei -batizada com o nome da biofarmacêutica Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica após duas tentativas de assassinato por parte do marido, em 1983- tem sido interpretada de forma equivocada, inviabilizando seu cumprimento.
Para reverter esse cenário, MPF e Executivo assinam nesta semana protocolo de cooperação para aperfeiçoar sua aplicação.
"Dados reunidos pela Secretaria de Políticas para as Mulheres e pelas promotorias públicas especializadas, mostram que não houve diminuição da violência contra a mulher após a Lei Maria da Penha. Ou seja, a ausência de punição tem estimulado a prática da violência", afirma Raquel Dodge, subprocuradora-geral da República.
Duas polêmicas foram analisadas no último ano pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), o que vem influenciando e prevalecendo nas decisões das cortes estaduais: 1) A necessidade de a vítima manifestar a vontade de processar o agressor e 2) A possibilidade de suspender o processo do agressor por um prazo, ao final do qual ele pode não ser condenado.
Há um terceiro ponto que prevalece nas decisões: a necessidade de a vítima confirmar a vontade de processar o agressor na frente do juiz.
MPF, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e Advocacia-Geral da União defendem que a lei diz exatamente o contrário do que está expresso nesses três pontos seguidos país afora. Sustentam que as agressões devem ser alvo de processos independentemente da vontade da vítima e que é desnecessário que ela confirme a representação na frente do juiz.
Feministas, governo e MPF criticam ainda as suspensões de processo quando o agressor cumpre determinadas condições. Dizem que o benefício é vedado pela lei. O STJ e a maioria dos promotores defendem a medida como solução de conflitos.
DIEESE FAZ BALANÇO DAS NEGOCIAÇOES SALARIAIS
Pelo 15º ano consecutivo, o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – analisa a negociação dos reajustes salariais das principais categorias profissionais brasileiras. Em 2010, o Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS-DIEESE) estudou os reajustes de 700 unidades de negociação dos setores da indústria, do comércio e de serviços e constatou que cerca de 96% delas pelo menos conseguiram repor a inflação medida pelo INPC-IBGE – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esse desempenho é ligeiramente inferior ao observado em 2006 e 2007.
Contudo, chama a atenção o fato de 2010 ter registrado a maior proporção de negociações com aumento real nos salários de toda a série, iniciada em 1996, sempre em comparação à inflação medida pelo INPC-IBGE. Em 2010, 89% do painel analisado conquistou ganhos reais para os salários dos trabalhadores.
Além de apresentar a maior incidência de reajustes com aumento real nos salários, 2010 distingue-se dos demais anos analisados pelo SAS-DIEESE também por registrar um crescimento significativo no número de negociações nas faixas mais elevadas de aumento real.
Em 2010, 106 negociações (15% do painel) apresentaram ganhos reais superiores a 3%. Considerando as mesmas 700 unidades de negociação nos dois anos anteriores, nota-se que em 2008 foram 29 negociações (4% do painel) com ganhos reais equivalentes; e em 2009, 37 negociações (5% do painel). Quanto aos ganhos superiores a 5%, a mesma tendência é observada: 28 negociações em 2010 diante de 2 negociações em 2008 e 10 negociações em 2009
contribuiçao do DIEESE
Contudo, chama a atenção o fato de 2010 ter registrado a maior proporção de negociações com aumento real nos salários de toda a série, iniciada em 1996, sempre em comparação à inflação medida pelo INPC-IBGE. Em 2010, 89% do painel analisado conquistou ganhos reais para os salários dos trabalhadores.
Além de apresentar a maior incidência de reajustes com aumento real nos salários, 2010 distingue-se dos demais anos analisados pelo SAS-DIEESE também por registrar um crescimento significativo no número de negociações nas faixas mais elevadas de aumento real.
Em 2010, 106 negociações (15% do painel) apresentaram ganhos reais superiores a 3%. Considerando as mesmas 700 unidades de negociação nos dois anos anteriores, nota-se que em 2008 foram 29 negociações (4% do painel) com ganhos reais equivalentes; e em 2009, 37 negociações (5% do painel). Quanto aos ganhos superiores a 5%, a mesma tendência é observada: 28 negociações em 2010 diante de 2 negociações em 2008 e 10 negociações em 2009
contribuiçao do DIEESE
ELEIÇAO DO SINDSERPUM
Nesta Segunda-Feira (21-03) está sendo relizada a eleição para a escolha da nova diretoria do Sindicato dos Servidores Publicos municipal de Mossoró - SINDSERPUM, sendo disponibilizado 02 urnas fixas na sede administrativa do Sindicato e 14 intinerantes nos principais locais de trabalhos nos horarios de 07:00 as 17:00. Apenas uma Chapa concorrerá ao pleito, que é encabeçada pela Candidata a Presidenta Marilda de Souza - Professora , e votaram todos os Servidores Publicos filiados ao Sindicato.
DIA SEM POESIA
Em comemoração ao 14 de março - DIA NACIONAL DA POESIA, A POEMA - Poetas e Prosadores de Mossoró, completando 14 anos de existência, programou uma manhã de poesias no mercado "PÚBLICO" da Cobal; reunimos um grupo de poetas acompanhado pelo cantor, poeta e compositor Genildo Costa e fomos às 5h30 da manhã para Cobal. Ali chegando encontramos na praça de alimentação, uma plateia nos agurdando com muito entusiasmo. Caio Muniz iniciou o recital declamando algumas poesias de poetas locais, em seguida o Cantor e Compositor Genildo Costa começou a mostrar o seu repertório musical, mas eis que de repente apareceram dois vigilantes e nos deram um "ultimato" da poderosa Gerência da Cobal. Diziam assim: Nosso chefe mandou dizer pra vcs que encerrem imediatamente esse movimento. Caio César foi até ao rescpectivo DONO da Cobal e quando falou com ele, o mesmo respondeu taxativamente: "desça e desligue o som imediatamente".
Para não causar um conflito entre os vigilantes e as pessoas que estavam nos assistindo, porque naquele momento só estávamos desejando comemorar o Dia da Poesia e nada mais, resolvemos desligar o som e sair da Cobal como seus "legítimos donos" mandaram.
A palavra agora está com, com a imprensa.
Todos os órgão de comunicação local ( Jornal De Fato, O Mossoroense, Gazeta do Oeste, Correio da Tarde, revista Papangu, TCM, todas as emissoras AM e FM de Nossa cidade "Terra da Liberdade" (que liberdaaaade é essa que é pregada e propalada????) a prefeitura municipal que logicamente ordenou aos seus dirigentes a nossa expulsão (porque essa já é a terceira vez que acontece) a Promotoria
Pública. etc...etc...etc...etc, isso sem falar na prisão do poeta popular Concrís que poucos anos atrás teve seus cordéis confiscados e depois devolvidos com muita luta e protestos. Pensem no constragimento que passamos hoje 13 de março de 2011 comemorando o Dia Nacional da Poesia???? em um local "Público"???Pensem!!!!
Obs: esse email está sendo remetido para além da imprensa local, aos órgão de cultura nacional do Governo Federal. Algúem terá que se responsabilizar por essa discriminação absurda e descabida.
Para não causar um conflito entre os vigilantes e as pessoas que estavam nos assistindo, porque naquele momento só estávamos desejando comemorar o Dia da Poesia e nada mais, resolvemos desligar o som e sair da Cobal como seus "legítimos donos" mandaram.
A palavra agora está com, com a imprensa.
Todos os órgão de comunicação local ( Jornal De Fato, O Mossoroense, Gazeta do Oeste, Correio da Tarde, revista Papangu, TCM, todas as emissoras AM e FM de Nossa cidade "Terra da Liberdade" (que liberdaaaade é essa que é pregada e propalada????) a prefeitura municipal que logicamente ordenou aos seus dirigentes a nossa expulsão (porque essa já é a terceira vez que acontece) a Promotoria
Pública. etc...etc...etc...etc, isso sem falar na prisão do poeta popular Concrís que poucos anos atrás teve seus cordéis confiscados e depois devolvidos com muita luta e protestos. Pensem no constragimento que passamos hoje 13 de março de 2011 comemorando o Dia Nacional da Poesia???? em um local "Público"???Pensem!!!!
Obs: esse email está sendo remetido para além da imprensa local, aos órgão de cultura nacional do Governo Federal. Algúem terá que se responsabilizar por essa discriminação absurda e descabida.
1ª RODADA DE NEGOCIAÇAO DOS COMERCIARIOS
Está marcada a 1ª rodada da Negociaçao Coletiva de Trabalho 2011, dia 21 de março as 18:00 horas, a pauta de reevidicaçoes dos comerciarios foi entregue ao SINDVAREJO dia 28-02-2011, contendo 84 classulas sociais e economicas. O SECOM-RN faz uma proposta de 620,00 R$ para mes de abril de 2011, hoje o salario percebido é de 545,00 R$, nas area social a manutenção do dia do Comerciario para a 3ª segunda do mes de agosto. O processo da negociação acontece entre as categorias profissionais e economicas, e se espera bons resultados e avanços nos direitos da categoria comerciaria.
ASSEDIO MORAL NO WALMART
Maior rede varejista do mundo e terceira no ranking nacional de supermercados, o Walmart foi condenado a indenizar um ex-diretor que disse ter sido obrigado a rebolar enquanto entoa va o "grito de guerra" da empresa em reuniões diárias.A sentença da 3ª Vara da Justiça do Trabalho de Barueri foi publicada no último dia 9. Cabe recurso.O Walmart foi condenado a pagar indenização equivalente a dez vezes o valor da última remuneração do ex-diretor, cerca de R$ 140 mil.O autor da ação é Eduardo Grimaldi de Souza, 40, que trabalhou no Walmart de 2000 a 2009. Segundo ele, na abertura e no final das reuniões diárias, os funcionários tinham de cantar uma espécie de hino motivacional.Num trecho da música, [que diz: "Me dá um W, um A, um L, Me dá um rebolado", e assim segue] Souza afirma que aqueles que não fizessem o movimento eram levados até a frente de todos e obrigados a cumprir o rebolado de forma isolada.Ele diz que, por timidez e constrangimento, deixou de fazer o movimento várias vezes e, por isso, foi obrigado a rebolar na frente dos colegas -havia reuniões com até 300 funcionários no auditório."Eu me sent ia humilhado, constrangido e cheguei a ponto de querer me ausentar do trabalho. Tenho 1,75 m, peso cem quilos, não me sentia à vontade", disse."SERVOS DA GLEBA"O juiz Diego Cunha Maeso Montes disse na sentença que o ato do Walmart é medieval e que a empresa tratou os funcionários como "bonecos" e "servos da gleba"."Mudos e calados, devem se submeter a todo tipo de ordens e caprichos de seu dono", afirmou o juiz."Na busca do melhor resultado de lucro, não deve haver por parte da empresa uma política de ferir a dignidade do trabalhador", disse o advogado Eli Alves da Silva, que representa Souza.
Link: http://www1.folha
Link: http://www1.folha
Assinar:
Postagens (Atom)