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domingo, 10 de março de 2013

MARCHA EM BRASILIA

A 7ª Marcha das Centrais desta quarta-feira (6) reuniu mais de 50 mil trabalhadores, em Brasília, e teve como bandeiras de luta: a redução da jornada de trabalho; a regulamentação da Convenção 151 da OIT; a reforma agrária; os investimentos de 10% do PIB para a educação e a ratificação da Convenção 158, que é muito importante para o ramo de comércio e serviços, pois são setores onde a alta rotatividade é comum.
Toda a direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT (Contracs) esteve presente assim como membros do Sindicato dos Comerciários de Uberlândia, Semapi Porto Alegre, Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Sindicais do Espírito Santo, Sindicato dos Instrutores de Auto Escola de Rondônia, Comerciários de Teresina, Comerciários de João Pessoa, Sindpec Bahia, entre outros que também participaram da mobilização em prol da classe trabalhadora.
A Contracs levou à Marcha algumas de suas lutas como a ratificação da Convenção 189 da OIT e a aprovação da PEC 478/2010, que garante a equiparação dos direitos para as trabalhadoras domésticas.
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CAMPANHA SALARIAL DOS COMERCIARIOS

A campanha salarial dos Comerciarios teve inicio no mes de fevererio/2013, como planejamento e estudo da minuta de reevindicações da categoria, consulta a base para formulção de proposta comum para se entregue o Sindicato patronal do Comercio e nossa assebleia Geral acontecido dia 22 de fevereiro de 2013, sendo que nossa pauta salarial 2013, ja foi entregue, aguardamos a 1ª rodada de negociação entre o Sindicato dos Empregados No Comercio de Mossoro e Medio Oeste do RN e o Sndicato do Comercio Varejista de Mossoró.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

SEJA PACIENTE NÃO SEJA VITIMA




A campanha nacional do CONTER (Conselho Nacional dos Tecnicos em Radiologia), que foi lançada dia 1 de maio de 2012, como forma de valorização profisionais dos profissionais, denunciando o exercicio ilegal da profissão, esclarecendo a sociedade Brasileira sobre o perigo em fazer exames radilogicos sem garantias de proteção adequada e o profissional de radiologia representa essa garantia.
A presidente do CONTER, Valdeline Teodoro, denuncia as condições de trabalho que os Estados e municipios impoe aos tecnicos, que não respeita o Piso Nacional que é de 1.526,00, jornada de trabalho de 44 semanais, sendo que a Lei nº 7394/85 garaante uma jornada semanal de 24 horas.
Nos Estados do Rio Grande do Norte e Paraiba existe 2.000 Tecnicos em Raiologia execendo a profissão legalmente reconhecida pelo CONTER, fruto de uma preparação formativa proporcionando conhecimento e profissionalização para trabalhar com vidas humanas, sendo que diversas empresas e Gestores publicos lamentavemente buscam os lucros em detrimente de vidas.
Mas a população de estar alerta, quando precisar ser utilizado os procedimentos de Radilogia, em hospitais e clinicas, pois a mesma tecnologia usada para salvar vidas, sendo utilizada de forma encorreta, pode trazer serios riscos para saude.
Quero parabeniza-lo o nosso Conselho pela Campanha de concientização a população Brasileira e o trabalho pela valorização profissional dos Tecnicos em Radiologia, para que possamos buscar uma imagem perfeita a Sociedade.




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AGRICULTORES DA REGIÃO DISCUTEM FORMA DE CONVIVENCIAL COM A SEC



Articulados pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi, a partir da deliberação da reunião do Fórum das Associações, aproximadamente 150 trabalhadores (as) rurais da região da areia se reuniram na tarde desta quarta feira (16), na sede da Associação do Sítio Córrego para debaterem a atual situação que vem passando a população rural do nosso município. Estiveram presentes diversas comunidades da região tais como: Córrego I, Córrego II, Urbano, Floresta, Retiro, Lagoa Amarela, Lagoa do Mato, Barra e Santa Isabel, além de representantes do STTR e da CPT. Inicialmente a representante da Associação do Córrego, a companheira Zilma, colocou os objetivos que levaram a convocação desta reunião, enfatizando o debate ocorrido na última reunião do Fórum das Associações onde se constatou a gravidade da situação em virtude da estiagem que assola o semi-árido brasileiro e a inércia dos governos frente ao problema. O Presidente do STTR Apodi, companheiro Francisco Edilson, lembrou da importância da mobilização social na busca por soluções dos problemas vivenciados pelos agricultores e agricultoras. Destacou que só unidos é que os agricultores e agricultoras irão conseguir soluções para a situação. Já Antonio Nilton Junior (Junior da CPT) que esteve representando a Comissão Pastoral da Terra, lembrou que a questão da seca no Nordeste é um fenômeno previsível e que não dar mais para aceitar a falta de políticas públicas de convivência com o semi-árido. Destacou ainda as ações desenvolvidas pela ASA - Articulação Semi-Árida quem vem conseguindo minimizar o sofrimento da população rural. Os agricultores e agricultoras presentes fizeram um retrato da situação e apontaram várias propostas para amenizar o sofrimento, entre elas, um crédito especial para aquisição de ração animal, que a CONAB coloque a disposição dos pequenos produtores estoque de milho com preço subsidiado, ampliação do programa de cisternas de placas como também do P1+2, perfuração de poços tubulares, construção de barragens subterrâneas, dispensa da conta de energia dos pequenos produtores como incentivo a produção agrícola, além de outras.

No final o Presidente do STTR, o companheiro Francisco Edilson, lembrou que essa discussão estará acontecendo em outras comunidades pólos como Sítio do Góis (18/05), Baixa Fechada (20/05), Aurora da Serra (22/05) e Santa Cruz (23/05). Lembrou também que no dia 05 de junho representantes de todas essas comunidades irão se reunir no auditório do STTR para socializar as discussões e encaminhar as deliberações. Segundo Francisco Edilson não estar descartado a possibilidade de uma grande mobilização em Apodi no sentido de chamar a atenção dos governos Municipal, Estadual e Federal para a gravidade da situação. Contirbuição de Agnaldo Fernandes Apodi- RN

quinta-feira, 26 de abril de 2012

FEDERAÇÃO DOS COMERCIARIOS DO RN É CRIADA

Apos varios anos de espera e discursão entre os comerciários de Mossoró e Natal, finalmente aconteceu atraves de uma Assembleia Extraordinaria, realizada no dia 18 de abril de 2012 na cidade de Natal-RN, a fundação  da Federação dos Trabalhadores do Comercio e Serviço do Rio Grande do Norte - FETRACS RN. A Entidade fortalecerá o ramo de comercio e serviço no estado, buscando ações coletivas nas negociações entre patrões e empregados e em defesa dos direitos imediatos e historico da categoria de serviço e comercio do Rio Gande do Norte.

Jose Rodrigues (Comerciario de Mossoró e membro da Executiva da FETRACS RN)

SALARIO DO COMERCIARIO É DEFINIDO

Apos quatro rodadas de negociações entre patrões e empregados do
comercio de Mossoro´(RN), se chega a consenso a negociação coletiva de
trabalho, quando desde o inicio do processo que as empresas
apresentavam uma proposta salarial entre 624,00 a 635,00. Mas a
definição deste impasse  aconteceu neste dia 24 de abril de 2012, na
Delegacia Regional do Trabalho, ficando estabelecido o piso d@s
Comerciari@s apartir de abril/2012 de 650,00 e um percentual de 7%
para as outras faixas salariais e manutenção de todos os direitos
contidos na convenção coltiva de trabalho de 2011 na proxima quinta
feira discutiremos o horario especial de final de ano.

Jose Rodrigues - Secretario Geral do SECOM-RN

sábado, 14 de abril de 2012

Uma empregada, que prestou serviços à Caixa Econômica Federal por trinta anos, os últimos deles em função de destaque, como gerente, procurou a Justiça do Trabalho alegando ter sido discriminada e perseguida no ambiente de trabalho. Isto porque, o gerente geral, em alto e bom som, informou a ela que deveria escolher entre ser transferida de agência ou rebaixada de função. O motivo apontado pelo chefe foi o fato de ninguém na agência gostar da reclamante, nem mesmo os clientes. Abalada, pressionada e recebendo telefonemas do supervisor da região, acabou aderindo ao PDV Programa de Demissão Voluntária. Sentindo-se humilhada, pediu a condenação da ex-empregadora ao pagamento de indenização por danos morais.E a juíza Paula Borlido Haddad, titular da Vara do Trabalho de Três Corações, deu razão à trabalhadora. Ela considerou que os fatos narrados pela ex-bancária foram claramente comprovados no processo. A empregada ocupou, por anos seguidos, cargo de destaque no banco e, de uma hora para outra, foram-lhe dadas duas opções. Ou deveria concordar com sua transferência, ou seria rebaixada de cargo. "Desse modo, ficou a reclamante exposta ao isolamento que essa condição provoca de forma natural ou automática, com evidente prejuízo emocional, pois ficou desacreditada e envergonhada perante os colegas" , ressaltou.A magistrada esclareceu que não se está discutindo o direito que o banco tem de remanejar seus gerentes. A questão é outra e refere-se à forma pela qual essas alterações são realizadas. Na visão da juíza, faz toda a diferença, nesse momento, o modo como o empregador usa sua autoridade. Princípios morais devem ser observados. No entanto, no caso analisado, não foi o que aconteceu. A testemunha ouvida assegurou que, o gerente geral disse para a reclamante que ela seria transferida porque ninguém gostava dela, incluindo os clientes. "Ora, o empregado pode ser destituído do cargo de confiança a qualquer momento, mas sua dignidade deve ser antes de tudo preservada" , frisou.O banco, por meio de seu gerente, deveria ter agido com mais cuidado, respeitando a profissional como pessoa humana. A intenção inicial pode até não ter sido punir a empregada, mas foi o que acabou ocorrendo, de forma sutil e não menos violenta, por desprezo à honra da bancária. A julgadora lembrou que a literatura médica é rica em exemplos das consequências trágicas à saúde que os sentimentos de inutilidade e fracasso provocam em casos como os do processo. Levando em conta a conduta ilícita do réu, o sofrimento psíquico da reclamante e o nexo entre um e outro, a magistrada condenou a CEF ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$30.000,00. A Caixa apresentou recurso, mas a condenação foi mantida pelo Tribunal da 3ª Região, sendo apenas reduzido o valor da indenização, para R$10.000,00.
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